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sábado, 8 de dezembro de 2012



Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, também chamada de paraolimpíadas, nove participantes, todos com deficiência mental, ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, exceto um garoto, que tropeçou na pista, caiu e começou a chorar.
Os outros oito participantes ouviram o choro e perceberam o que havia acontecido, diminuíram o passo, olharam para trás. Viram o garoto no chão, pararam e voltaram. Todos eles! Uma das meninas, com síndrome de down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
estádio inteiro levantou e não tinha um único par de olhos secos. E os aplausos duraram longos minutos. As pessoas que estavam ali, naquele dia, repetem essa história até hoje.
(Autor desconhecido)
P.S: Lá no fundo todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso. Que cada um de nós possa ser capaz de diminuir o passo ou mesmo mudar o curso para ajudar alguém que, em algum momento de sua vida tropeçou e precisa de ajuda pra continuar. 

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