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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Des

Não basta salgar os olhos, rasurar os lábios e bater o peito contra o vão de cimento. É preciso deixar que chova cá dentro de modo que tudo se liquefaça e se torne caldo em torno dos ossos que pouco a pouco se desengrumam. 
Não basta que a pele esqueça, é necessário que toda a memória do corpo desapareça. Mas o amor é lentamente que se mata. E o amor é para poucos . Ah! Não existe amor de verdade, nem amor de mentira, tbm não existe muito amor, nem pouco amor!!! Amor é amor, e só. Morre e nunca mais. 

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